Paulo Oliveira
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Classico, nostalgico e familiar. Um dos melhores jogos da historia dos video games.
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Yuri Rodrigues
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Esse game eu só recomendaria em 2 casos: 1 - Você gostava muito de CS 1.6 na infância e quer relembrar os velhos tempos. 2 - Você tem interesse em jogar competitivamente. Infelizmente não posso recomendar porque pra mim esse jogo parou no tempo. Mecânicas muito travadas, jogabilidade muito arcade, nenhum realismo, e agora nem os gráficos são impressionantes. Jogue se você é um fã de CS específicamente e está buscando exatamente essa experiência (um CS 1.6 melhorado), se for um fã de FPS em geral, não recomendaria, considerando as outras opções que temos por aí... (BF1, BF6, COD, etc)
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ThiaguiN
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Poderia ser um episódio de [b]The Boys[/b] ou [b]The Office:[/b] decisões absurdas, heróis problemáticos e piadas afiadas sobre o caos corporativo por trás do “heroísmo”. A jogabilidade gira em torno de despachar o herói certo pra missão errada — ou o contrário — enquanto tudo desaba em torno de você. Entre uma escolha catastrófica e outra, surgem tiradas geniais, dilemas morais e aquele humor ácido que faz rir e pensar ao mesmo tempo. Mas essa questão de esperar uma semana por episodio... ahhhhh me fez pensar demais antes de comprar, mas comprei e não me arrependi :) [spoiler] [i] ** Mas a comunidade ira lembrar desse jogo (KKKK)[/i] [/spoiler]
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Vantuir Cassiano Filho
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Como um jogador de longa data que viu a glória do CS:GO, é difícil não sentir uma profunda decepção com o que o CS2 se tornou. A transição para a nova versão, somada à decisão de torná-lo free-to-play, transformou o que era um dos melhores jogos de tiro tático em uma experiência frustrante e quase impossível de jogar. A Valve prometeu uma evolução, mas entregou um jogo que regrediu em um dos aspectos mais cruciais: a integridade da comunidade. O problema dos cheaters, que já existia no CS:GO, explodiu de forma assustadora no CS2. É impossível entrar em uma partida e ter a certeza de que a experiência será justa. A cada rodada, a sensação é de estar enfrentando um adversário que não joga limpo, com hacks de mira (aimbot), visão através de paredes (wallhack) e outras trapaças que tornam a jogabilidade uma piada. A Valve, que deveria estar protegendo a comunidade e punindo esses trapaceiros de forma rigorosa, parece ter abandonado o jogo. A impressão é que a prioridade não é mais a diversão e a competição, mas sim atrair novos jogadores (e consequentemente, mais vendas de caixas e skins), mesmo que isso signifique sacrificar a qualidade do jogo para os veteranos. Em resumo, o CS2 não é uma continuação digna do legado do CS:GO. O que era um jogo competitivo e desafiador se transformou em um playground para hackers. A Valve acabou com o jogo que muitos de nós passamos anos jogando e amando. A nostalgia do CS:GO fica, mas a esperança de ver o CS2 voltar a ser o que era se esvai a cada partida estragada por um trapaceiro.
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